Sep022015

STICONCIMO REALIZA SEMINÁRIO

Published by souzaneto at 1:13 AM under

 O setor da construção civil cresceu muito nos últimos anos, mas ainda convive com enorme número de acidentes de trabalho.  Uma parceria do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e do Mobiliário-STICONCIMO-RJ e do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Estado do Espírito Santo, acontece nos dias 1,2,3 de setembro no Hotel Gramado um Seminário voltado para a segurança do trabalho na construção civil.O presidente do STICONCIMO-RJ, José Carlos Eulálio detalhou que nos últimos meses os acidentes diminuíram, mas que a negligência de alguns empresários voltou a imperar e isso é muito preocupante. O mês passado houve um seminário muito importante em Minas Gerais e com uma parceria com o colega Paulo César Borba, do sindicato de Vitória no Espírito Santo, O STICONCIMO-RJ, realiza nos mesmos moldes o evento em Campos. O evento é aberto aos Técnicos de Segurança do Trabalho e estudantes da área.

20150901_104240.jpg (1,73 mb)



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Aug152015

ENCONTROS DE SINDICATOS STICONCIMO E ESTICCTPSEES

Published by souzaneto at 7:34 PM under



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Jul072015

PREVENÇÃO REDUZ ACIDENTES

Published by souzaneto at 3:42 AM under

O setor da construção civil cresce a cada ano e tem exigido a contratação de mão de obra especializada visando assegurar ao trabalhador segurança, saúde e profissionalização. De acordo com dados estatísticos do Ministério da Previdência Social (M.P. S), o setor da construção civil registrou no geral, 59.808 acidentes em 2011, comparado aos dados de 2010 no Brasil. O crescimento foi de 6,9% maior. Diante deste cenário a indústria da construção foi o setor mais autuado pela Auditoria Fiscal do Trabalho, segundo dados divulgados pela Inspeção em Segurança do Trabalho do Ministério do Trabalho.

Embora esses dados oficiais sejam preocupantes, em Campos dos Goitacazes essa realidade muda um pouco de quadro. O município conta com 28 grandes prédios em construção em um total de 163 empresas atuantes. Em 2014 o Sindicato da Construção Civil e do Mobiliário contabilizou 60 acidentes com dois óbtos. Este ano ( 2015) até agora são contabilizados 12 acidentes de trabalho sem óbtos, registrando um índice de 60% satisfatório em relação ao ano anterior.

O STICONCIMO-RJ conta com uma equipe de fiscalização envolvendo seis pessoas: Técnicos de segurança do Trabalho Andréa Santana Dias; Idael de Almeida Filho ( Fiscal e T.S.T); José Luiz de Oliveira( Fiscal e T.S.T);  João Victor de Jesus( T.S.T); Rosemary Martis Xavier( T.S.T); Vanete Borges de Jesus( T.S.T); e Cristiane Carvalho de Oliveira( Engenheira de Segurança do Trabalho) e coordenadora da equipe. Todos diariamente visitam canteiros de obras fiscalizando e ainda ministram palestras em empresas interessadas em capacitar seus empregados contra os riscos.O presidente do STICONCIMO-RJ, José Carlos da Silva Eulálio, acredita que o número de acidente será ainda menor se os empresários observarem e cumprirem o que determina a NR 35, um manual de sobrevivência e que se cumprida “a risca” evitará que vidas se percam em detrimento de descasos na observância da lei.



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Jun232015

MINI PLANO DE SAÚDE

Published by souzaneto at 3:59 AM under

SINDICATO DOS TRABALHADORES NA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL E MOBILIÁRIO, DE LADRILHOS, DE ARTEFATOS DE CIMENTO, DE MÁRMORE E GRANITOS, DE CERÂMICA, DE VIME, DE CARPINTARIA, DE ESTRADAS, PONTES E CANAIS DE CAMPOS NORTE E NOROESTE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

 PORQUE SINDICALIZAR!

Você colaborador na Indústria da Construção Civil, da Pesada, da Montagem, do Porto e Mobiliário:

Quando você contribui mensalmente com 1,5% ou 2% do seu salário base, passa a ter direito como: assistência jurídica, atendimento médico, odontológico, exames em laboratório e cardiológico, farmácia e ótica com descontos, tudo estendido para sua família (esposa e filhos até 14 anos).

A falta deste recurso nos impedirá de garantir este mini plano de saúde. Impedirá de visitarmos os canteiros de obras para corrigir erros praticados pelas empresas. Sem a sua contribuição não poderemos crescer nas campanhas salariais e outros direitos já conquistados.

Só pessoas iguais a você poderá compreender a importância e a necessidade desta ajuda, para sustentar o quadro de funcionários, de materiais necessários para informações e a manutenção de veículos e das subsedes que hoje somam 5 em toda nossa região.

Caso você pergunte se sua contribuição fará falta sendo ela tão pequena, entendemos que somando as forças teremos como manter e ampliar os benefícios para os filiados.

Pense nisso trabalhador só você poderá mudar o rumo da história da nossa categoria. 



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Jun102015

SINDICATOS FECHAM ACORDO

Published by souzaneto at 1:39 AM under

Sindicatos fecharam acordos do dissídio coletivo dos Trabalhadores do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte e Noroeste Fluminense. No último dia 3 de junho se reuniram no Rio de Janeiro os presidentes do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil-STICONCIMO-RJ; do Sindicato Nacional da Indústria de Construção-SINICON e do Sindicato das Empresas de Engenharia de Montagem e Manutenção Industrial do Estado do Rio-Sindemon, e o acordo acabou sendo assinado.

Ficaram definidos os reajustes de 8% para os trabalhadores. Vale alimentação de 10%. Horas extras de 60; 70 e 100%. PLR de 80% do salário base. Os presidentes também acordaram que os pagamentos serão retroativos a 1 de fevereiro data base da categoria, e em parcela única a ser pago na folha de maio no mês de junho. O presidente do STICONCIMO-RJ, José Carlos da Silva Eulálio, considerou mais uma grande vitória para os trabalhadores. Foram cinco reuniões e uma grande assembléia com os trabalhadores do Complexo Portuário do Açu no dia 17 de abril. Duas reuniões aconteceram em Campos e outras duas no Rio de Janeiro.

Quanto às outras cláusulas foram mantidas e o acordo prevalece até janeiro de 2016. José Carlos Eulálio considerou uma negociação corajosa entre os presidentes dos outros dois sindicatos. “Eles reconheceram a força do trabalhador e entenderam que uma paralisação por falta de acordos seria um grande caos em momento tão difícil em que atravessa o nosso país. O problema não é nosso, mas é nosso dever evitar o mal maior” comentou o presidente Eulálio.

 

O acordo já foi protocolado no Ministério do Trabalho e Emprego e agora espera o seu cumprimento até a folha de pagamento dos trabalhadores até o dia cinco úteis do mês que vem. Eulálio também disse que os trabalhadores estão otimistas e espera-se o cumprimento do que foi acordado.



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May222015

IMPLICAÇÕES DA TERCEIRIZAÇÃO

Published by souzaneto at 5:08 AM under Inicial

A terceirização aprovada pela Câmara, em tramitação no Senado e rejeitado de antemão pela presidente Dilma, traz reflexos ruins no ramo dos trabalhadores na Indústria da Construção Civil em Campos dos Goitacazes. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho - OIT, ela expõe os riscos associados às novas relações trabalhistas, como a falta de redes de segurança e as maiores incertezas em relação à renda do trabalho e aos benefícios do trabalhador, entre outros fatores.

Antes que ela fosse gerada na inteligência de alguns parlamentares muitos municípios desse Brasil, já adotavam essa prática antipática a classe trabalhadora. Campos dos Goitacazes é um grande exemplo. Muitas denúncias da direção do STICONCIMO, foram protocoladas no Ministério do Trabalho e Emprego denunciando essas mudanças nas relações de trabalho e, no entanto a PL 4.330 não foi sancionada ainda.

De acordo com levantamentos no setor de homologações do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e do Mobiliário-STICONCIMO-RJ, de abril de 2015 até o dia 20 de maio, cerca de 600 trabalhadores foram demitidos de seus canteiros de obras e no entanto não ouve paralisação dos trabalhos nas empresas: S.C.E; Tracomal, IMBEG; W.A CAPUCI; FCC-TARRIO; ABG CONSTRUÇÔES. Interessante que algumas das relacionadas, demitiam em um dia e admitia no outro.

Pelo visto a legalização da terceirização em Campos vem se concretizando de forma contraditória por algumas empresas no ramo da construção civil (leve). Demitidos da empresa principal são aproveitados de forma totalmente equivocada como subempreiteiros sem falar em outras categorias de trabalhadores.

Obs.: O departamento jornalístico da entidade verificando todas essas questões acima citada, coincidentemente no setor de homologação consta arquivado tais demissões com mais de um ano de casa no mesmo mês com altíssimo número de demissões. Por essa razão foram citadas algumas empresas inclusive a Laguna e Incorporações, que neste ato este departamento corrige excluindo o seu nome desse rol, por ter baixas de demissões normais, e não em excesso.

DISSÍDIO COLETIVO

O DISSIDIO DA CATEGORIA AINDA ESTÁ EM NEGOCIAÇÃO ENTRE O SINDICATO LABORAL E PATRONAL NAS SEGUINTES ORDENS: Construção civil pesada, montagem industrial e construção civil leve.



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May162015

PROCESSOS MOROSOS NA JUSTIÇA DO TRABALHO

Published by souzaneto at 8:41 PM under

O Departamento Jurídico do Sindicato dos Empregados na Indústria da Construção Civil e Mobiliário-STICONCIMO-RJ, esta aguardando a decisão do julgamento de quase 500 processos que há meses vem tramitando na Justiça do Trabalho do Estado do Rio de Janeiro. As ações envolvem rescisões trabalhistas, multa por atraso de pagamento, horas intíneres, vale alimentação, insalubridade, periculosidade entre outras irregularidades. Algumas audiências são desmarcadas duas ou mais vezes o que tem provocado grandes transtornos para os trabalhadores.

Aproximadamente 180 processos impetrados na justiça pelo advogado, Deywid Peçanha, para serem julgados em outubro de 2014, transferidos para fevereiro de 2015, e adiado mais uma vez para o dia 7 de julho. As ações são coletivas e envolvem várias empresas. Outras ações são patrocinadas pelos advogados do STICONCIMO-RJ; Leonardo Peçanha Crespo, Jorge Jóia e José Luiz. Em Itaperuna- noroeste fluminense existe também outras ações, impetradas pelos advogados também do sindicato: Daniel Gama e Thiago Luquett.

Em Junho do ano passado a empresa K-Mendes, que operava no Complexo Portuário do Açu em São João da Barra demitiu cerca de 180 funcionários e até hoje nem todos os trabalhadores conseguiram receber seus salários, embora a empresa contratante, FCC-TARRIO tenha assumido a responsabilidade pelos pagamentos, acionada pela diretoria do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção. Muitos trabalhadores residentes no nordeste foram induzidos pela empresa a desistirem das ações trabalhistas, e até hoje amargam prejuízos incalculáveis.

Só na primeira quinzena de abril o departamento jurídico do STICONCIMO, atendendo reclamações de trabalhadores da empresa Shenon, entrou com 15 processos no Ministério do Trabalho e Emprego, exigindo o cumprimento do dissídio coletivo, férias acumuladas, regularização do pagamento que chega há atrasar 45 dias. O presidente do sindicato José Carlos da Silva Eulálio, tentou resolver o impasse junto ao responsável da empresa e até oficializou a contratante Instituto de Educação Ciência e Tecnologia, através do Sr Guilherme Batista Gomes, mas por falta de resultado a ação acabou sendo protocolada na justiça.     

 

Em março outras 32 ações foram protocoladas na Justiça do Trabalho, contra a empresa Arcoenge LTDA. A direção alegando dificuldades tentou parcelas a longo prazo das rescisões contratuais, o que não aceito por uma representação de seis trabalhadores, na mesa de negociação da sede do STICONCIMO .A proposta foi considerada altamente absurda. Participou a engenheira do sindicato, Cristiane Carvalho de Oliveira, os técnicos em segurança do trabalho, Vanete Borges de Jesus, José Luiz Oliveira Silva, o advogado Deywid Peçanha Laje, o Presidente do sindicato, José Carlos da Silva Eulálio e o supervisor da Arcoenge LTDA, Adenilson Carlos Ferreira.



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May132015

EMPRESA DESCUMPRE LEI TRABALHISTA.

Published by souzaneto at 12:42 AM under

 

Trabalhadores da empresa RV SERVIÇOS DE INSTALAÇÕES E ENGENHARIA LTDA ME, QUE PRESTA SERVIÇOS PARA A CHL 133 DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO S/A- PDG, com canteiro de obras na Avenida Pelinca, 297, CAMPOS-RJ, foram dispensados sem justa causa sem receber seus direitos. A denuncia foi feita ao Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil no último dia 28 de abril de 2015.

            A direção do STICONCIMO-RJ fez contato com a direção da PDG através do Sr Joelton, solicitando solução urgente já que os trabalhadores são dos estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará, inclusive dispensados do alojamento na pousada da Sônia, a rua Conselheiro Thomaz Coelho, 423, Parque Leopoldina, por falta de pagamento da empresa contratada. Os trabalhadores se encontram inclusive, sem alimento e local para dormir.

            Eles relataram ainda que ao serem demitidos receberam apenas R$ 600,00 como adiantamento, e não assinaram nenhum documento referente ao aviso prévio e da rescisão contratual. No mesmo dia 28 a direção do STICONCIMO-RJ entrou em contato com a PDG solicitando ação urgente para esses trabalhadores retornarem a pousada, o que foi acordado até o dia 5 de maio.

            Também nesta data a equipe de fiscalização do STICONCIMO-RJ, o setor jurídico e o representante da PDG através do Sr Ronaldo, e uma comissão dos trabalhadores demitidos entrou em contato com um dos representantes da RV SERVIÇOS DE INSTAÇAÇÕES E ENGENHARIA LTDA ME, SR Emerson, ficando resolvido o retorno desses trabalhadores para o alojamento e o cumprimento de pagamentos até o dia 8 de maio.

            A direção do STICONCIMO-RJ ressalta que a empresa contratante, PDG, já foi notificada sobre essas empresas “clandestinas”, mas não obteve respostas sobre tal denuncia, sendo também enviada ao Ministério do Trabalho e Emprego, solicitação de inspeção na empresa em 6 de fevereiro passado sob numero de protocolo 46228.000255/2015-o e um outro em 28 de abril passado 46228.001232/2015-14.

 

Como não houve nenhuma resposta do MTE sobre as duas denuncias realizada pelo STICNCIMO, o presidente José Carlos da Silva Eulálio, encaminhou copias protocoladas no MTE, para o Ministério Público do Trabalho no dia 5 de maio, para garantias dos direitos trabalhistas desses colaboradores, e guarda final do acordo celebrado com o sindicato laboral e a empresa PDG.



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Jun172014

STICONCIMO FISCALIZA E NOTIFICA OBRAS

Published by ci at 6:26 PM under

Os fiscais do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil tem fiscalizado obras e algumas estão notificadas para adequação das irregularidades.

O trabalho tem sido constante e a maioria das empresas está localizadas no perímetro urbano da cidade. Segundo o fiscal, José Luiz Oliveira Silva, trabalhadores sem registro na carteira de trabalho, atraso de pagamento e rescisões, dispensa sem aviso prévio, são um dos casos mais gritantes.

De acordo com Técnica de Segurança do Trabalho, Vanete Borges de Jesus, várias empresas já foram notificadas, por não terem no seu canteiro de obras, alojamento adequado para alimentação dos trabalhadores, sem falar das precariedades em banheiros. Empresas que não fornece equipamentos de segurança, como o capacete, luvas, e cinto de segurança, sem falar em trabalhadores trabalhando usando sandálias havaianas, o que constitui uma grande agravante.

A equipe de fiscalização também é acompanhada pela Engenheira de Segurança no Trabalho do STICONCIMO, Cristiane Oliveira. “ O nosso intuito a primeira vista, não é de penalização para o responsável da obra e sim garantir o bom andamento do trabalho, evitando que ocorra acidentes” Cristiane garante que detectada falhas, é dado um determinado prazo para as empresas se adequarem, se não forem revistas, aí o caso é encaminhado ao Ministerio do Trabalho e Emprego(M.T.E).

Segundo o fiscal José Luiz, embora haja ainda empresas com o perfil que contraria as normas de segurança do trabalho, esse número hoje esta decrescendo dia após dia, já que diariamente várias reclamações de trabalhadores chegam até o sindicato, e rapidamente as denunciadas são visitadas. A maioria delas hoje esta seguindo as normas exigidas e por isso os acidentes nos canteiros esta diminuindo consideravelmente.

 

Uma outra luta constante da fiscalização está voltada para o Complexo Portuário do Açu em São João da Barra. São muitas empresas que atuam lá, e as fiscalizações precisam ser agendadas, mesmo assim os trabalhadores que lá atuam são conscientizados de seus direitos e qualquer ato contrario, são denunciados e a equipe jurídica do STICONCIMO, tem resguardado o direito de ir e vir de cada trabalhador.



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Jun172014

STICONCIMO FISCALIZA E NOTIFICA OBRAS

Published by ci at 5:34 PM under

Os fiscais do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil tem fiscalizado obras e algumas estão notificadas para adequação das irregularidades.

O trabalho tem sido constante e a maioria das empresas está localizadas no perímetro urbano da cidade. Segundo o fiscal, José Luiz Oliveira Silva, trabalhadores sem registro na carteira de trabalho, atraso de pagamento e rescisões, dispensa sem aviso prévio, são um dos casos mais gritantes.

De acordo com Técnica de Segurança do Trabalho, Vanete Borges de Jesus, várias empresas já foram notificadas, por não terem no seu canteiro de obras, alojamento adequado para alimentação dos trabalhadores, sem falar das precariedades em banheiros. Empresas que não fornece equipamentos de segurança, como o capacete, luvas, e cinto de segurança, sem falar em trabalhadores trabalhando usando sandálias havaianas, o que constitui uma grande agravante.

A equipe de fiscalização também é acompanhada pela Engenheira de Segurança no Trabalho do STICONCIMO, Cristiane Oliveira. “ O nosso intuito a primeira vista, não é de penalização para o responsável da obra e sim garantir o bom andamento do trabalho, evitando que ocorra acidentes” Cristiane garante que detectada falhas, é dado um determinado prazo para as empresas se adequarem, se não forem revistas, aí o caso é encaminhado ao Ministerio do Trabalho e Emprego(M.T.E).

Segundo o fiscal José Luiz, embora haja ainda empresas com o perfil que contraria as normas de segurança do trabalho, esse número hoje esta decrescendo dia após dia, já que diariamente várias reclamações de trabalhadores chegam até o sindicato, e rapidamente as denunciadas são visitadas. A maioria delas hoje esta seguindo as normas exigidas e por isso os acidentes nos canteiros esta diminuindo consideravelmente.

 

Uma outra luta constante da fiscalização está voltada para o Complexo Portuário do Açu em São João da Barra. São muitas empresas que atuam lá, e as fiscalizações precisam ser agendadas, mesmo assim os trabalhadores que lá atuam são conscientizados de seus direitos e qualquer ato contrario, são denunciados e a equipe jurídica do STICONCIMO, tem resguardado o direito de ir e vir de cada trabalhador.



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